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quinta-feira, abril 13, 2006

In sapientia veritas III

A arguida não tinha preparação profissional para desempenhar as funções de responsável do Lar, nomeadamente para lidar com deficientes mentais.

A arguida residia no Lar, passando aí todo o dia e aí pernoitando, trabalhando das 7h às 23h e às vezes durante a noite quando era necessário ajudar a colega que fazia o horário nocturno, nomeadamente por algum utente estar doente

Só a partir de Novembro de 1991 a arguida passou a ter uma folga às 3ªs feiras, pernoitando uma noite fora do Lar

A arguida tinha a seu cargo cerca de 15 utentes

Em Janeiro de 2000 a arguida entrou de baixa médica por padecer de depressão grave, tendo a sua médica assistente emitido uma declaração da qual consta:" ... JJ de 55 anos sofre de depressão grave que tem vindo a agravar-se de há cerca de três anos até agora, provavelmente pelas condições de trabalho e exigência do sítio onde trabalhava e vivia..."

(excertos)

(Prometeu)

2 Pós e Contas:

Blogger Elise Quis dizer...

gostaria de saber quem era o superior que mantinha esta educadora no lar.

13/4/06 11:50

 
Blogger aL Quis dizer...

o mais curioso, elise é que todas as declarações feitas pelo responsável da instituição foram meros comentários sobre o acordão do tibunal. e não houve uma única pergunta de como uma pessoa manifestamente incompetente [em termos técnicos] poderia estar a exercer funções numa área tão sensível como a o cuidado de crianças...

13/4/06 11:57

 

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