Intensidade energética
Portugal é o país da UE (a 15) que regista maior intensidade energética: 0,15 toneladas equivalentes de petróleo por unidade do PIB, contrastando com os 0,11 tep de PIB da média Europeia (dos 15). Quer isto dizer que para produzir cem unidades de riqueza, Portugal precisa de consumir 15 unidades de energia.
Uma economia desenvolvida caracteriza-se pelos baixos níveis de intensidade energética, no entanto em Portugal à medida que a economia foi crescendo, a intensidade energética foi também aumentado, ao ritmo de 9% ao ano.
Não possuímos fontes energéticas e ainda desperdiçamos ou utilizamos de forma pouco eficiente os recursos energéticos.
As autoridades nacionais têm de actuar no sentido da diversificação dos recursos, bem com apostar na redução da intensidade energética.
Alterar este quadro implica tomar decisões complicadas e definir prioridades. A investigação tecnológica tem de obrigatoriamente ter um papel fundamental a desempenhar neste processo, que deverá começar quanto antes. Continuo a defender que o investimento em unidades de pesquisa nas universidades portuguesas poderá ser um passo fundamental para a mudança deste cenário.
Uma nova tecnologia descoberta hoje só terá plena aplicabilidade daqui a alguns anos. O risco nestes investimentos é muito elevado, o que poderá dissuadir alguns investidores privados menos aventureiros. No entanto a médio prazo esse risco tenderá diminuir dando espaço para a entrada de novos investidores e a gradual saída do estado.
Dados: EUROSTAT
Uma economia desenvolvida caracteriza-se pelos baixos níveis de intensidade energética, no entanto em Portugal à medida que a economia foi crescendo, a intensidade energética foi também aumentado, ao ritmo de 9% ao ano.
Não possuímos fontes energéticas e ainda desperdiçamos ou utilizamos de forma pouco eficiente os recursos energéticos.
As autoridades nacionais têm de actuar no sentido da diversificação dos recursos, bem com apostar na redução da intensidade energética.
Alterar este quadro implica tomar decisões complicadas e definir prioridades. A investigação tecnológica tem de obrigatoriamente ter um papel fundamental a desempenhar neste processo, que deverá começar quanto antes. Continuo a defender que o investimento em unidades de pesquisa nas universidades portuguesas poderá ser um passo fundamental para a mudança deste cenário.
Uma nova tecnologia descoberta hoje só terá plena aplicabilidade daqui a alguns anos. O risco nestes investimentos é muito elevado, o que poderá dissuadir alguns investidores privados menos aventureiros. No entanto a médio prazo esse risco tenderá diminuir dando espaço para a entrada de novos investidores e a gradual saída do estado.
Dados: EUROSTAT
escrito por aL a 8:29 da manhã

5 Pós e Contas:
Vejo que as questões energéticas é dos temas que mais previligias para debate. Sem dúvida que a chave está nas decisões políticas que têm de ser tomadas, sobretudo num país como Portugal onde o peso do Estado é enorme, só com reformas se pode abrir caminho a investigação tecnológica nas Universidades e Laboratórios. Mas não sejamos ingénuos, muita tecnologia poderia hoje (porque existe) estar a ser usada e à disposição do consumidor a preços competitivos. Só não está por interesses poderosíssimos já instalados e sabemos bem do poder do petróleo. No entanto, também acredito que é com pequenos exemplos que se inspira grandes exemplos. Um país pequeno como Portugal poderia arriscar... depois de pôrmos a casa em ordem noutros sectores... uma outra história.
14/9/05 13:05
o sector energético é exencial para qualquer economia! até no quénia é importante ter bois (energia!) que transportem as pessoas! portanto tem de ser um sector de acção prioritária! o estado não tem de ter o poder total e absoluto sobre as energias, apenas acho que na questão da investigação ele poderá ter um papel importante a desempenhar. quando penso nos avanços tecnológicos penso também nos avanços que podem ser feitos ao nível da optimização do consumo de petróleo. não sou uma ecologista radical, gosto do conforto e do bem-estar que o petróleo me dá, e não creio que vá abdicar disso!
no entanto se há outras soluções tanto melhor
14/9/05 15:53
Subscrevo tudo o que dizes. Só quero é relembrar que o problema não está em querer abdicar do conforto que o petróleo nos dá, a questão é que mais cedo ou mais tarde teremos de o fazer porque ele vai acabar, e antes disso, vai ainda ser mais caro.
15/9/05 01:30
o tempo do petróleo barato acabou há algum tempo! o aumento do preço do petroleo torna competiviva a utilização de outras alternativas energéricas. é importante que transição para novas energias seja feita de forma gradual. a substituição - por exemplo no ramo automóvel - dos motores, demorará anos. É importante que a investigação na área energética tenha um grande impulso quanto antes, caso contrário corremos o risco de ter uma grave crise energética, poderemos chegar a uma situação em que temos energia (éolica, solar, etc.) e não ter forma de a usar...
15/9/05 11:41
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16/6/15 09:26
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