terça-feira, julho 10, 2007
sexta-feira, julho 06, 2007
The beautiful Mitt
[aL]
Etiquetas: no feminino, saúde, USA 2008 Presidentials
escrito por aL a 10:15 p.m.
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quinta-feira, maio 17, 2007
Boletim Polinico
Há alturas do ano que seria mais sensato se eu simplesmente migrasse
[aL]
[aL]
Etiquetas: quotidiano, saúde
escrito por aL a 8:25 p.m.
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segunda-feira, fevereiro 26, 2007
Respirando saúde
No seguimento desta discussão,
no post Health Care is a Value, not a Right, Tibor R. Machan repudia ferozmente um sistema de saúde [público] para everyone, objectivamente defendendo um sistema para no one, em que todas as relações estabelecidas [por determinado indivíduo a fim de obter cuidados médicos] serão exclusivamente voluntárias. Ou seja, em momento algum os indivíduos poderão ver os seus rendimentos subtraídos para o pagamento de cuidados médicos, ainda que apenas de someone, argumento este sustentado na premissa all taxation is extortion.
Mais adiante Machan defende que «There are all kinds of costs people must cover and be prepared to cover, alone or with the voluntary cooperation through trade, charity, generosity, or grant of loans of others. », concordaria totalmente com o autor não fosse ele absolutamente cego no que concerne à dignidade humana.
A dignidade humana, expressa na possibilidade de cada indivíduo ter materialmente o mínimo exigível para a sua sobrevivência (física), implica que o Estado aja (ainda que supletivamente) em determinadas áreas como a saúde, a educação e a cultura [embora com diferentes níveis de intervenção]. São estes os domínios essenciais para que o indivíduo possa concretizar-se, para que possa procurar a felicidade.
Mas focalizando a questão na área da saúde e dos cuidados médicos, naturalmente que percebo, aceito e considero legítimo que o Estado não seja o único fornecedor de cuidados de saúde, poderá até não ser prestador desses serviços de todo, reportando exclusivamente ao papel de financiador. Aliás, não rejeito um sistema em que esse financiamento desses serviços não seja universal. Contudo, o Estado deve estar presente de forma a apoiar aqueles que estão materialmente incapazes de o fazer por si, quando o mercado, a caridade, a generosidade falham. Isso só será possível se cada indivíduo abdicar da liberdade de fazer com os rendimentos o que lhe aprouver, de forma a garantir que o menor número possível de indivíduos fique fora destes níveis mínimos de dignidade humana.
Um sistema que seja insensível a este argumento e que aceite que haja pessoas que possam não ter acesso aos mais básicos cuidados de saúde é moralmente reprovável.
[aL]
no post Health Care is a Value, not a Right, Tibor R. Machan repudia ferozmente um sistema de saúde [público] para everyone, objectivamente defendendo um sistema para no one, em que todas as relações estabelecidas [por determinado indivíduo a fim de obter cuidados médicos] serão exclusivamente voluntárias. Ou seja, em momento algum os indivíduos poderão ver os seus rendimentos subtraídos para o pagamento de cuidados médicos, ainda que apenas de someone, argumento este sustentado na premissa all taxation is extortion.
Mais adiante Machan defende que «There are all kinds of costs people must cover and be prepared to cover, alone or with the voluntary cooperation through trade, charity, generosity, or grant of loans of others.
A dignidade humana, expressa na possibilidade de cada indivíduo ter materialmente o mínimo exigível para a sua sobrevivência (física), implica que o Estado aja (ainda que supletivamente) em determinadas áreas como a saúde, a educação e a cultura [embora com diferentes níveis de intervenção]. São estes os domínios essenciais para que o indivíduo possa concretizar-se, para que possa procurar a felicidade.
Mas focalizando a questão na área da saúde e dos cuidados médicos, naturalmente que percebo, aceito e considero legítimo que o Estado não seja o único fornecedor de cuidados de saúde, poderá até não ser prestador desses serviços de todo, reportando exclusivamente ao papel de financiador. Aliás, não rejeito um sistema em que esse financiamento desses serviços não seja universal. Contudo, o Estado deve estar presente de forma a apoiar aqueles que estão materialmente incapazes de o fazer por si, quando o mercado, a caridade, a generosidade falham. Isso só será possível se cada indivíduo abdicar da liberdade de fazer com os rendimentos o que lhe aprouver, de forma a garantir que o menor número possível de indivíduos fique fora destes níveis mínimos de dignidade humana.
Um sistema que seja insensível a este argumento e que aceite que haja pessoas que possam não ter acesso aos mais básicos cuidados de saúde é moralmente reprovável.
[aL]
Etiquetas: ler os outros, saúde
escrito por aL a 1:49 a.m.
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