Já do lado do GOP, é-me difícil ficar indiferente ao Mitt, ao Matt e até mesmo ao Ben. Por isso continuareicom o meucheerleading pelos Romney's. No campeonato das 1ªs damas adoro a Mrs. Ron Paul, que deve ser uma amor de pessoa.
No Domingo confesso que a escolha não vai ser tão fácil...
Legislators who know how to get votes but not how to govern prodently frequently pass economically preverse regulations. (...)
Does anyone gain from rent control? In the short run, two groups profit. First, politicians, who sound like heroes slaying the evil landlords. Second, tenants who already occupy units at the time rent control is invoked and thus continue to enjoy bargain rents. As a result, these tenants seldom move. This reduces mobility and freezes out new residents of the city. (...)
Ultimately, rent controls tend to depreciate the housing stock, as maintenance falls and supply diminishes. Usually, such controls are a poor way of helping the poor - and a good way of destroying a city.
Não quero uma Lisboa cheia de boas intenções, utópica, politicamente correcta, feita de um patusco conservadorismo esquerdista que impõe «mercearias» e «hortas» aos cidadãos.
Mas como os políticos portugueses não são responsabilizados pelo que fazem nem punidos por maus actos de gestão, ser presidente da Câmara de Lisboa é suficientemente sexy para justificar a correria. Daí os 12. Daí a confusão. Daí as ideias mais delirantes que já circulam por aí, em busca de uma nesga no telejornal. Querem exemplos? Olhem os dois independentes que supostamente deveriam trazer ideias "frescas". Roseta anda a pregar o conceito de "acupunctura urbana", com o qual pretende salvar a cidade, como se espetar agulhas num cadáver o fizesse ressuscitar. E Carmona escolheu como slogan de campanha "O meu rio é o Tejo. A minha canção é o fado. O meu partido é Lisboa", cuja intepretação freudiana só pode ser esta: eis um lisboeta triste, que mete muita água. Profético, diria eu. [bold meu] João Miguel Tavares, in Diário de Notícias 2007/05/28