um blogue socialmente consciente emocionalmente irresponsável 19mesesdepois@gmail.com

segunda-feira, abril 30, 2007

Quem nunca leu Rawls deverá criticá-lo?

There is a tendency for common sense to suppose that income and wealth, and the good things in life generally, should be distributed according to moral desert. Justice is happiness according to virtue. While it is recognized that this is ideal can never be fully carried out, it is the appropriate conception of distributive justice, at least as a prime facie principle, and society should try to realize it as circumstances permit. (..) the notion of distribution according to virtue fails to distinguish between moral desert and legitimate expectations. Thus it is true that as persons and groups take part in just arrangemento what men ts, they acquire claims on one another defined by the publicly recognized rules. (...= A just scheme, then, answers to what men are entitled to; it satisfies their legitimate expectations as founded upon social institions. But what their are entitle to is not proportional to nor dependent upon their intrisic worth. The principles of justice that regulate the basic struture and specify the duties and obligations os individuals do not mention moral desert, and there is not tendency for distributive shares to correspond to it.

John Rawls, in A Theory of Justice

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domingo, abril 29, 2007

Confide in me / the choice is yours

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29 de Abril


Porque a Arte Contemporânea é também Bela

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sábado, abril 28, 2007

Bloggers de casa-de-banho

António Costa Amaral, fugitivo profissional, sobre uma conversa gastronómica:

A Alaíde é uma orangotanga com as papilas gustativas ligadas ao sovaco.

Vá-se lá entender os gostos culinários das pessoas e onde elas vão buscar as ideias.

(Prometeu)

sexta-feira, abril 27, 2007

Por amor

o sexo, as mentiras e inevitavelmente o dinheiro

do LA-C, no suplemento de economia do Público [e também no A destreza das dúvidas]

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Nonsense phonecall to social security

Social Security: Olhe que não encontramos o processo.

I: enviei-o por fax na semana passada.

Social Security: ah, claro! É que estamos com problemas no fax. Os documentos devem estar
na memória. Mas não podemos imprimir, não temos tonner. Há 3 semanas que já pedimos mais tonners, mas eles não percebem para que é que queremos os tonners e olhe, o que tínhamos já acabou!

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Aznar

José Maria Aznar esteve anteontem no Porto e participou numa conferência oganizada pela Associação Comercial do Porto. Eis algumas das coisas que disse:
(continuar a ler "Aznar")

quinta-feira, abril 26, 2007

Humano, demasiado humano*

Johannes Brahms, Sinfonia nº1
*título em homenagem a F. Nietzsche
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Porque um Bom dia é quando uma mulher quiser

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Quinta-feira com...

lipemarujo

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quarta-feira, abril 25, 2007

A Citação mais adequada para o dia de hoje

É por essas e por outras que este cidadão de direita, feroz defensor da economia de mercado, crente nesse fantástico sistema que é o Capitalismo, defensor da liberdade individual sobre a igualdade, crítico do chamado Estado Social, tem muito orgulho em dizer: 25 de Abril sempre!
[blod meu]

Pedro Marques Lopes, no antigo Blogue Atlântico [o novo já está activo, ainda que em fase melhoramento]

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Self-respect improvement


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RE: Facturar faz o país avançar?

Na continuação destas discussões:

O aumento da procura de determinado bem ou serviço origina 2 movimentos na economia de sentido inverso. Movimentos esses que podem ou não ser coincidentes no tempo.

Como o Miguel Madeira muito bem diz, [as pessoas ao] terem mais dinheiro para gastar apenas originará um aumento dos preços, isso será a reacção imediata dos agentes económicos. Ao verificarem que determinado bem/serviço é mais valorizado pelos consumidores e naturalmente mais procurado, este tornar-se-á mais escasso, subindo naturalmente de preço [causado por estas 2 variáveis]. No entanto, se a economia for realmente livre [i.e. sem entraves à saída e entrada dos agentes], este aumento de procura estimulará novos agentes a entrarem no mercado e a concorrerem directamente com os outros fornecedores desse bem. Esta nova concorrência originará tendencialmente uma descida de preço e/ou melhoria na qualidade do bem/serviço [obviamente se não houver uma cartelização desse mercado. Mas aí o Estado tem de assumir o seu papel de regulador]. O que será sempre benéfico para o consumidor.

Na economia "paralela" o dinheiro pago é totalmente injectado no mercado. No caso da economia "oficial", apesar dos impostos recolhidos serem posteriormente redistribuídos, eles o não são na sua totalidade, pois parte ficará retida para cobrir custos administrativos e logísticos. Isto para não falar na ineficiência e/ou desadequação dessa redistribuição.

No entanto e no seguimento da campanha "se todos pagarem os impostos, você pagará menos" está ainda por demonstrar a veracidade desta afirmação.

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E depois do amor



(continuar a ler "E depois do amor")

Blogger life interrupted II

Quase todos os dias abro o blogger e clico no create [a new post]. Olho para o espaço em branco e fico vazia de pensamentos.

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terça-feira, abril 24, 2007

Paul Auster às voltas

Após alguns anos a ler apenas em português e em francês, regressei à leitura em inglês. A Trilogia de Nova York li traduzida mas este "Travels in the Scriptorium" olhou-me na livraria do aeroporto há três semanas e veio comigo em inglês.

Paul Auster continua às voltas (brilantes voltas) nos seus textos que são metatextos, histórias de alguém que conta histórias que são as histórias de alguém a contar as mesmas histórias, etc, etc. O curioso aqui está na personagem, um velho sem memória. Ou uma memória fragmentada. E é através de uma história que lê e de umas fotografias que vai recuperando, a custo diga-se, o seu passado. E há um sentimento de culpa que não é explicado. E há uma série de visitas a esse velho que nem sabe se se encontra trancado num quarto com apenas as fotografias a história que vai lendo e uma cama. E há o twist final que me soou a precipitação, à decisão do autor em acabar o que não tem fim, deixando-o em aberto apesar de tudo, como que com medo que o controlo que ele assume perante o destino da personagem não fosse afinal o contrário, da personagem perante o autor.




lipemarujo

ps- com a chefe numa pausa e o Prometeu há muito desaparecido, lá vou aborrecendo os leitores comos meus posts. Voltem rápido!

segunda-feira, abril 23, 2007

O exemplo

O que aconteceu a Ribeiro e Castro pode muito bem servir de exemplo a Marques Mendes. O ex-presidente do CDS teve o seu trabalho minado desde o início. O resultado foi o que se viu.
Marques Mendes, de quem eu nem desgosto (embora para eu não desgostar não seja preciso muito tendo em conta o que o espectro político me propõe) sofre um pouco do mesmo mal: é considerado um líder a prazo e tem nos bastidores do partido uns espertos mortinhos por lhe fazer a cama.
Se a nível do CDS o que acontece ou deixa de acontecer não é assim tão importante para o país, desenganem-se aqueles que julgam que Portas tem alguma hipótese de ser Primeiro-Ministro, já o que acontece ao PSD é importante para o país pois trata-se da única alternativa ao PS. E por muito que eu até nem desgoste (lá está de novo este verbo) do que Sócatres tem feito, é fundamental termos uma alternativa. Não me parece que Marques Mendes tenha apoio para apresentar essa alternativa.
O que me espanta mais nisto tudo é que líderes como Ribeiro e Castro e Marques Mendes, concorde-se ou não com as suas ideias são homens discretos e ponderados que transmitem uma imagem séria da política, são preteridos aos os chamados "animais políticos": os Portas, os Lopes, os Menezes, os Coelhos, os Jardins, os Narcisos, os Machados, etc, etc.

lipemarujo

Blogger Life Interrupted [for a while more]

Um post directamente da cozinha

Women must take personal responsibility for the path they choose and stop whining about the options they have thereby lost. There is nothing more important that motherhood - not because it is "carigiving" but because it is the primal source of all life and contains its own dark, ambiguous dualities.

Camille Paglia, in Sex, Art and American Culture


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Porque um Bom dia é quando uma mulher quiser


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sexta-feira, abril 20, 2007

Quinta-feira passada com...

Por lapso ontem esqueci-me de dizer com quem passei o dia. "Teclei" com:


lipemarujo

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Capinhas

Desculpem mas a mim faz-me confusão. O Sporting passou à final da Taça de Portugal anteontem e foi (e bem) o destaque das capas dos três diários desportivos de ontem. O Belenenses ontem fez o mesmo e hoje o Benfica como Fernando Santos cobre duas das três capas e o Tiago jogador do Lyon cobre a terceira. A mim isto faz-me confusão.
lipemarujo

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quinta-feira, abril 19, 2007

19 Messi depois de ser retirado - com adenda

Andam a retirar os vídeos do soberbo golo de Messi ontem à noite. A youtube é obrigada a tirar da rede porque os que têm direitos sobre as transmissões devem ter feito queixa. Eu acho triste que isto aconteça, trata-se de vídeos de um minuto e pouco. Não me lembro de mais nenhum vídeo deste tipo retirado assim tão depressa. Entendo que filmes e episódios de séries sejam retirados, mas um golo? Como é possível? Querem lançar um dvd com a joagada? Querem levar mais gente aos estádios para ver se o moço repete a coisa? Não entendem que é isto que faz com se gaste dinheiro com o futebol e os canais codificados e afins?
lipemarujo
adenda- consegui repor no post ali abaixo do golo, um vídeo que ainda está disponível, vamos ver até quando.

Capinhas por outros

Post digno da rubrica Capinhas no Blasfémias.
lipemarujo

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19 Messi e 5 adversários depois (em árabe suponho)


(Prometeu) e lipemarujo

quarta-feira, abril 18, 2007

O mercado é juiz

Pelos vistos o "mercado" é que dita o que é um bom ou mau jornal.

lipemarujo

Afastamento

Escrever sobre o que se passou na Virginia. Não sei, como todos senti o choque de um acto de loucura daqueles, a incompreensão, o absurdo. Por outro lado afasto-me das notícias e dos detalhes. No youtube já há alguns vídeos mas não quero vê-los, ouvi dizer que alguém colocou online uma peça de teatro que o tipo tinha escrito mas não quero lê-la, a discussão sobre o porte de armas reavivou mas não me apetece entrar em argumentações.
Penso em mim, no meu dia-a-dia, àquilo que dou valor e a conclusão que chego é que é isso, este meu "viver" que felizmente me afastam da tentativa de compreender um gesto daqueles.

lipemarujo

terça-feira, abril 17, 2007

Citações?

Nesta notícia no Público online, Maria José Morgado diz isto:
"Depois, há a atitude do magistrado do MP. A atitude da dependência funcional autoritária e arrogante tem os dias contados. Não é possível combater o crime, seja em quantidade, seja em qualidade, se não actuarmos em unidade operativa com as polícias. E isso quer dizer contactos directos, disponibilidade, apoio pessoal e técnico-jurídico."
O título da notícia é uma adaptação do meu sublinhado, apresentada como citação pelas aspas e que é o seguinte: <<A arrogância tem os dias contados>>, diz Maria José Morgado"
Pergunto-me se isto está bem. Não acho que esteja bem.

lipemarujo

A balança de Sócrates (actualizado)

Os que dizem que para se ser Primeiro-Ministro não interessa ser-se licenciado ou não... têm razão. Mas dizer isso é que não interessa mesmo nada porque nunca foi a questão com o que se passa com Sócrates. Não creio no entanto que Sócrates tenha sido favorecido, julgo que nesse campo as respostas foram claras, e as incongruências de certos documentos, carimbos e notas que sobem e descem um valor, não são da responsabilidade do Primeiro-Ministro.
Mas uma coisa é certa, isto do título de engenheiro, ou do título "lincenciado em engenharia" ou das várias biografias existentes (antes e depois da licenciatura) são para mim a prova de que Sócrates jogou o jogo, é que esses documentos e essa forma de tratamento já são da sua responsabilidade. O triste jogo nacional dos "senhores doutores" e "senhores engenheiros" e "professores-doutores".
Logicamente que perde credibilidade, não o torna um sacana, mas fica-lhe mal. E a mim pouco me interessa se na oposição certas posições ainda ficam pior, não me interessam nada as jogadas político-partidárias, mas mesmo nadinha. O que me interessa é saber que Primeiro-Ministro tenho, e sobre isso, desde o início não tenho uma ideia clara. Decisões positivas como tomou já muitas contrastam com outras que são péssimas. Infelizmente, não acredito que a política é feita numa balança, há coisas más que desiquilibram todas as boas irremediavelmente.

lipemarujo
actualização: só li isto agora, e de facto, a questão do favorecimento que eu julgava não existir fica um pouco abalada, sobretudo com o ponto 6. A questão do "jogo", fica ainda mais sedimentada.

Offscreen

Fui ver um filme muito marado ontem. A foto não me deixa mentir mas ainda assim a maradice da coisa vai muito além do que a foto pode sugerir. Para terem uma pequena ideia do que representa este filme para um dinamarquês (o filme é dinamarquês) vou ficcionar um paralelo do que poderia ser este filme feito por um português.
Imaginemos então que um actor conceituado português, um actor jovem digamos, nos seus trinta e muitos ou quarenta e poucos, decide ir ter com um também jovem realizador português e lhe pede uma câmara emprestada para se filmar. Teríamos portanto na primeira cena o actor a ligar a câmara e o realizador a explicar-lhe como funciona. Partiria então o actor com a câmara na mão ligada filmando cada passo e cada momento da sua vida. Perceberíamos rapidamente que a mulher em casa não gosta da ideia e que o casal vive um momento difícil. Imediatamente sentiríamos que o actor não regula bem, que ama a mulher desesperadamente mas que esta se afasta cada vez mais, e sentíriamos que a câmara ligada se torna uma obsessão e uma dependência, ele é incapaz de a desligar.
Aos poucos a vida do actor, que desempenha o seu próprio papel não o esqueçamos, começa a desmoronar-se: é despedido do teatro onde trabalha e expulso dos filmes que tem agendados devido a estar sempre de câmara ligada. A mulher foge para o estrangeiro deixando-o num desespero decadente. Encontra-a por fim mas percebe que não há esperança num futuro em conjunto e enquanto dorme a mulher leva-lhe a câmara. Reencontramos o actor com um look diferente (mais demente e assustador, ver foto) a explicar que comprou uma nova câmara depois da mulher ter levado a outra. Percebemos que a coisa vai acabar mal. O actor instala-se numa casa onde coloca câmaras em todas as divisões e passeia pelo apartamento com uma faca a simular assassinatos. Encontra uma amiga na rua e vai para os copos com ela. Leva-a para o apartamento e mata-a com várias pauladas. Simula com o cadáver o dia em que a mulher o deixou mas desta vez "convence-a" a ficar.
O filme termina com os amigos da rapariga morta a correrem atrás do actor que nunca abandona a câmara, nem mesmo quando o apanham e o espancam até à morte.
Perdi-me um pouco no exercício de "imaginar que seria um português", mas é fundamental para o entendimento do filme ter presente que o homem é famosíssimo na Dinamarca e que faz dele mesmo, numa actuação brilhante, gigante e brutal.
Um outro detalhe genial é a ligação que ele estabelece com a câmara ao longo da película; momentos antes de ser apanhado pelos tipos a imagem da mulher aparece, sendo essa a única imagem "não-real", não-possível se quisermos, visto que tudo o resto que ele filma é "realidade"/possível, como se a sua mente obcecada e louca tivesse passado para a câmara que usa e por isso ao mesmo tempo para o espectador também.
O realizador é Christoffer Boe, o actor é Nicolas Bro (blogue, tem um vídeo do filme no topo), este tipo simpático na imagem seguinte, tirada obviamente do filme:

Juntar a isto tudo é necessário dizer que vi o filme às 22h30 no Cinema Nova em Bruxelas que é um espaço absolutamente delicioso, uma garagem esburacada onde se pode ver os tijolos da parede, umas cadeiras forradas a vermelho e o ecrã branco pendurado por arames enferrujados.

Ontem posso dizer vi cinema. Segue-se Von Trier, mal arranje tempo.

lipemarujo

segunda-feira, abril 16, 2007

Um post directamente da cozinha

To acquire the affections of a woman before marriage, to preserve them afterwards, you do every thing, that is consistent with other duties, to make her happy: in this case your motive is looked upon as laudable, though there is no name for it.

Jeremy Bentham, in Principles of Morals and Legislation


[aL]

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domingo, abril 15, 2007

Facturar faz o país avançar? II

Quando escrevi este post não estava a pensar no seu enquadramento teórico, no entanto Miguel Madeira aponta alguns erros teóricos da minha análise [e Miguel, os teus comentários são sempre bem-vindos, e não são nada picuinhas!]. Devo confessar que quando escrevi o post tinha em mente este post do LA-C, sobre a economia paralela.

Um dado objectivo é que estas duas pessoas em quem eu paguei pelos serviços prestados [ainda que na dita economia paralela] tiveram um acréscimo de bem-estar, e esse acréscimo tenderá a transitar para outros agentes económicos, apesar de ir decrescendo ao longo do processo até deixar de se verificar. Naturalmente que num excesso de linguagem afirmei que "Sim, com certeza que avançou.", obviamente que este raciocínio não está correcto, aproveito então para corrigir o que pretendia dizer:" que o aumento de bem-estar daquelas pessoas aumentou e tenderá a acontecer o mesmo a outros indivíduos".

[em momento algum fiz a apologia à evasão fiscal, apenas queria demonstrar, que na economia real, aquela em que as pessoas vivem, não raramente é na economia paralela que as pessoas encontram resposta às suas solicitações]

a) Posto isto creio que a 1ª crítica que o Miguel fez, deixa então de fazer sentido. Não me refiro ao avanço do país, mas sim à melhoria do bem-estar de pessoas concretas;

b) Pelas razões acima indicadas, a 2ª falha no meu post inicial fica igualmente sem sentido. Para além que o pleno emprego é uma improbabilidade, tratando-se de um conceito académico um pouco afastado da realidade

c) Miguel, com ou sem PEC o controlo do déficit tanto se faz do lado da receita como pelo lado da despesa. Podendo naturalmente agir-se dos 2 lados, logo que há menos receita poder-se-á reduzir a despesa, e não aumentar outras receitas.

Depois Miguel, fazes a pergunta que realmente faz sentido :
«será que pedir factura contribui para "todos pagarmos menos" (como o governo alega) ou contribui é para aumentar a despesa?», no entanto esta pergunta leva-me a outra pergunta: Tenderão as pessoas a exigir mais [serviços] do Estado já que contribuem mais [ainda individualmente possa ser menos, o resultado é maior]?

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sexta-feira, abril 13, 2007

Facturar faz o país avançar?

Porque um Bom dia é quando uma mulher quiser

ainda sobre o efeito de Lynch

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quinta-feira, abril 12, 2007

Quinta-feira com...

...pletamente stoned.
lipemarujo

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Humano, demasiado humano*

*título em homenagem a F. Nietzsche

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terça-feira, abril 10, 2007

Re: Em jeito de circular meia interna meia externa

O quê lipe?! o Prometeu foi visto em plena Semana Santa em Braga?? E estava bem? Não estava sobre o efeito de certas e determinadas literaturas?

Para ti, rapaz, boa estadia! E não te esqueças: Um Bom dia é sempre que uma mulher quiser! ;)

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Strange people with strange friends



Os bilhetes para o concerto da Laurie Andersonestão à venda há algum tempo. Como da outra vez deixei-me para a última hora acabando por não arranjar bilhetes, desta vez decidi tratar já do assunto. Aproveitei também para enviar uns sms de alerta ao pessoal.

E não é que um grande amigo meu [daqueles que eu sabia que alinharia imediatamente] me responde que: "Acho-a alternativa demais, mas podemos ir ver o hamlet ou o césar ao teatro."

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segunda-feira, abril 09, 2007

Um post directamente da cozinha

Love, by its very nature, is unworldly, and it is for this reason rather than its rarity that it is not only apolitical but anti-political, perhaps the most powerful of all anti-political human forces.

Hannah Arendt

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Porque ainda faz sentido ler Ricardo

Um post do LA-C a ler na integra [eu tive dificuldade em escolher um parágrafo a destacar]

«Nunca ninguém me conseguiu explicar que crime era esse, o de ir comprar ovelhas a Espanha para vender barato em Portugal. Na altura, como hoje, o Estado dedicava-se a manter os preços artificialmente altos. Na época, recorria-se a uma burocracia alfandegária de assustar, aliada a fortes impostos aduaneiros. As tácticas não mudaram muito. Hoje recorre-se a uma miríade de impostos, directos e indirectos, que impedem os preços baixos e que asfixiam o pequeno comerciante
[bold meu]

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Porque um Bom dia é REALMENTE quando uma mulher quiser!

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domingo, abril 08, 2007

Faz hoje 13 anos

Cheguei à escola e tinha uma amiga vestida de preto e a chorar. Mas ficámos com isto, entre muitas outras deliciosas (ainda hoje sonho com o casaco dele neste concerto) coisas!lipemarujo

sábado, abril 07, 2007

Em jeito de circular meia interna meia externa

Na terça passada voei de Bruxelas para Lisboa no voo das 7 da manhã, engatando de seguida num autocarro para o Porto para passar 12 dias de férias. Vai daí não tenho estado online e falhei o encontro semanal "Quinta-Feira com...". Vou tentar redimir a coisa agora mesmo sabendo que hoje é sábado e que ontem estive num jantar com o meu amigo Prometeu em Braga.
Fica o aviso e as desculpas à chefe pela minha ausência dos úlitmos dias e provavelmente dos próximos.

lipemarujo

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quinta-feira, abril 05, 2007

Strange things happen to strange people

Ao sair do escritório com o tempo totalmente cronometrado, um indivíduo montado em muitos cavalos de motorizada diz-me "Olá Alaíde", sorri desconfiada, afinal o gajo está de capacete e eu não lhe reconheço a voz! "É o Galamba" acrescenta. Bom, aí abre-se um enorme portal (como diria a minha amiga Xis - e quê, vais votar Alberto João? quando é que te apanho no contenente?). Não é que depois de meses de desaparecimento o Metablog está novamente activo. Não é que ainda hoje eu lá tinha ido por mera curiosidade! E não é que vai já novamente para os links!

Bem, agora tenho de ir que o tempo [disponível] está a terminar.

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Breaking News

Pois, pelos vistos eu ainda estou em ressaca emocional e não dou uma para a caixa, os drafts acumulam-se sem que eu seja capaz de lhes dar um fim.

O Prometeu anda a fazer as suas travessuras pelo outro espaço. E Lipe, hoje é ! olha que eu já tenho a minha retaliação draftada!

Entretanto e para o fim-de-semana, após ficar de coração partido com o J.S.Mill [como pode uma rapariga resistir a uma mente tão estraçalhada...], é altura de retomar o K. Marx. Mas com D. Lynch pelo meio para me habituar à alucinação.

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quarta-feira, abril 04, 2007

A Globalização é nossa amiga

terça-feira, abril 03, 2007

How it ends...

segunda-feira, abril 02, 2007

Citações CXLVI

Defenders of the free society do need to revisit the issue of why the right to private property is important in a society. Is it because its adoption will make most of us richer? Is it because it will facilitate the growth of knowledge and scientific inquiry? Is it because the arts are better off in a rich society? Is it perhaps because in a rich country people can be more environmentally responsible? Or is there something even more fundamental about this right, given human nature and community life?
[...]
To be prudent, courageous, charitable, generous, philanthropic and kind, one needs to have command over resources. When others are authorized to expropriate one’s labor and resources, they are in charge of one’s life and conduct. One’s life slips from one’s own grasp and personal responsibility and the chance of morally significant action disappear.

The story is a longish one, of course, and can only be hinted at here. What is crucial is that underlying all the economic, legal and related support for the right to private property, it is remembered that a moral justification is required and, indeed, available.

Tibor R. Machan, in Yuma Sun 30/03/2007

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domingo, abril 01, 2007

Pura Luxúria


with a special tx to TM®


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